Olha 2022 indo embora...

 Que ano, meu deus, que ano.

Não tenho palavras para expressar a loucura que ele está sendo. Tanto não tenho que quase não escrevi, nem aqui nem no outro blog.

Foi o ano das DRs, das mudanças, das crises. Foi o ano da psiquiatra e do remedinho. O ano em que ler, mais do que meu refúgio, se tornou um vício (li mais de 47k páginas). Usei a leitura para fugir da realidade, não larguei os livros em detrimento da arrumação da casa, não me mexi do sofá até terminar um livro que havia começado no mesmo dia.

O ano do estresse no trabalho, da síndrome de impostora, de querer tirar a roupa e sair correndo pelada.

Mas também foi o ano em que entendi melhor a cumplicidade. Das risadas. Das visitas dos amigos.

Eu tô usando dezembro para processar tudo isso, para pensar, e para me organizar no que eu quero do ano que vem.

Mudou tanta, mas tanta coisa. E tantas outras permanecem inalteradas. Espero ter força para manter o eixo (entrar nele é mole, por breves períodos; manter o rumo é um esforço hercúleo).

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Um escritório pra chamar de meu

Eu não sei o que eu quero fazer

Começar tudo de novo, de novo